
Sentei-me num banco do jardim, alegando cansaço e porque desejava namorar um pouco, convidei-a a fazer o mesmo e logo se sentou ao meu lado sem dar espaço entre nós. Ela trazia um vestido justo até às ancas, desenhando-lhe uma cintura descaida, e rodava para baixo como os vestidos das bailarinas. O decote acentuado conferiam-lhe um peito saliente e ondulado que deixava os seios à espreita.
Estava de pernas por cima das minhas, abraçando-me o pescoço, puxava-me para a sua boca, os beijos molhados deixavam-me embriagado de excitação e as minhas mãos davam-lhe as costas de que Ela precisava para se encostar ao mesmo tempo que a acariciava, fui puxando-a para mim até se sentar ao meu colo, senti atravás do vestido a nudez interior, a liberdade das nádegas sem prisão, dançantes e gelatinosas, fugidias cada vez que eram apertadas contra o meu colo.
O zézinho estava a rebentar de tão preso se sentir, o sufoco era muito, tinha crescido o suficiente e já espreitava por cima das calças, Ela roçava-se e procurava-o com pressa e não o deixava fugir do controlo das suas nádegas, o objectivo era prendê-lo entre elas e depois deslizar por ele abaixo e depois para cima.
Ela deitava a cabeça no meu ombro e olhava o céu enquanto deslizava por ele abaixo, aproveitei quando fez o trajecto no sentido ascendente para parar com a fricção por cima das calças, ao mesmo tempo que o libertei, de imediato senti o frio das suas nádegas e ajeitei o rodado do vestido ao meu colo, o sabor de tocar a pele foi bom e gostoso, procurei a entrada dela com um pequeno gesto intuitivo e o encaixe deu-se, os dedos olharam os lábios vaginais e permitiram uma entrada plena, ao mesmo tempo que ficaram por lá massajando e Ela ao sentir a estimulação e sua entrada fez um Ahahah! O calor húmido dela foi gostoso, permaneciamos quietos para não-dar-nas-vistas e os movimentos eram pequenos, eram em circulos como se dançassemos presos num espaço diminuto.
Ela decide libertar-se e os movimentos passaram a ser rectilíneos, levantando-se um pouco e sentando-se novamente no colo, deixando-se caír em cima dele como se o devorasse, encaixando-se em mim como quem se estica numa poltrona e de cabeça caída no meu ombro, mordísca-me a orelha e diz-me: - Vem-te agora! Eu explodi, o mundo desabava, as pernas esticaram, espreguiçei-me e foi como se entrasse por Ela adentro, o zézinho cintilava em movimentos nervosos, saltitantes e eu continuava com tiques de quem não acabava de ir por ali adentro. Abri os olhos e Ela sorria, dizendo-me: - cuidado, estamos num jardim.

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