terça-feira, fevereiro 27, 2007

A MÃO

Uma mão irrequieta que desce, provocante, pelo teu corpo. Detêm-se para te apertar uma nádega, desliza pelo vale entre as bochechas carnudas, e dois dedos encontram os lábios desenhados do teu sexo. Percebeste e cedeste à doçura dos dedos.


As duas bocas encontram-se num beijo terno, que foi evoluindo para esfomeado. A mão deslizou pelo flanco do teu corpo curvo e, prendeu-se nos suaves seios.
A mão começou por acariciar as formas redondas, só aflorando a pele. Sentiu a necessidade de te apertar a carne, e quando deu por si tinha te ajudado - tão impaciente! - a despir a camisola, e estava a massajar apaixonadamente esses seios cada vez mais duros, das bases do cone às auréolas rosadas.
Sentiste o sangue quente afluir vigorosamente ao topo dos seios, a pulsar nos mamilos. Já estavas em fogo! A boca descera por cada milímetro do teu rosto, pescoço palpitante, até encontrar os seios, tão sensíveis! A mão fechou os lábios no mamilo, chupou, e quase te desfazias num novo orgasmo.
Depois aquela língua brincava com o teu mamilo e a sensação era quase dolorosa. Já te torcias toda, demasiado impaciente, quando a mão, com um sorriso, desceu a boca húmida através das tuas costelas.
Mistura-se a fina película de suor salgado na tua saliva quente e suga-te, lasciva. Encontra o umbigo que julga sensível, chegou a ejacular enquanto dardejava a língua no teu umbigo. Mas isso talvez tivesse tido alguma coisa a ver com, apenas momentos antes, tivesses tirado a boca do pénis terrivelmente duro e palpitante.
Os lábios molhados, contraindo ritmicamente, são lindos demais para resistir. A mão faz um último esforço para te deixar bem louca, antes de te devorar. Levantou-te uma coxa e chupou-te a virilha para a sua boca. Só quando se sentiu tão insuportavelmente impaciente como tu é que colou a boca à carne suave, húmida e aromática. Soltaste um gemido estrangulado.
Começou a separar-te os lábios, afundando o rosto na deliciosa abertura de ti, ao ouvir os teus gemidos excitados, molhando-se no suco delicioso. Estás sequiosa. Passou os braços por debaixo das nádegas, segurou e abriu os lábios entumecidos.
Lentamente percorreu-te toda a extensão do sexo lindo, recolhendo o suco saboroso que não parava de babar. Sentiste a tensão crescente do teu corpo e sabias que agora já nada a podia parar. A ideia era tão louca, tão excitante, que tiveste de a dizer em voz alta, partilhar com a mão maravilhosa que te estava a dar tanto prazer:
- Vou-me vir...
Ainda com mais voracidade, linguava frenética o interior delicioso. Não te querias mexer, para não perder as carícias, mas sentias as mexidas involuntárias do teu corpo. Levantavas as ancas da cama. Uma coxa estava prisioneira, mas a outra perna remexia-se endiabrada. Gritavas de prazer.
A mão teve de lutar com o corpo que se debatia apaixonadamente, mas conseguiu manter a boca firmemente acoplada e o esfregar vicioso da língua na carne enlouquecida.
Mantendo a vulva aberta, não abrandou a carícia da língua no teu clitóris. Perdias o ar. Mas precisas de te mexer, gritar!, para aliviar a tensão e não enlouquecer.

13 comentários:

Gaja Boa 2 disse...

Ei lá!!!!!!
Sim senhora
o rapaz soltou-se

bjs soltos

Anónimo disse...

Ei lá!!!!!!
Sim senhor
Ó Adónis quando é a inauguração do teu livro?
É o que tá a dar

Anónimo disse...

Adónis preciso da tua ajuda aqui

http://gajaspodresdeboas.blogspot.com/2007/02/inseguranas-masculinas.html

Adónis disse...

ó gaja boa2, por ti tinha-me soltado à mais tempo, a mente precisa de estimulo, de gajas boas por todo o lado, de paixões, de sexo, de fantasia, de sensualidade e não há ninguém que não se solte. bjnhs

Adónis disse...

voyeur, livros!? daqueles que relatam os kms de pichas percorridos em 3 anos, não me parece, é dificil escrever. a ajuda já a dei, podes verificar lá no sitio, um abraço

Anónimo disse...

Baril ó Adónis, aquele post tem de passar dos 100 comentários, não é à toa que dizem que nós, os hetero, não gramamos uns dos outros e que só vemos é ratas e quecas.
Não é que não seja verdade, mas para quê assumir?
Foda-se quero lá saber se és louro ou moreno, preto ou branco. Não é? Desde que sejas um gajo baril e que haja alguns pontos em comum, tipo gramar comer gaijas podres de boas, o que é que nos interessa o resto.
Elas têm mesmo a mania que são muito superiores a nós.
Também não é que não seja verdade, mas outra vez para quê assumir?

Agora falando de coisas sérias aqui para nós simples hetero, aquela da mãozinha tá mesmo baril. Mas é um desperdicio...tá aqui a malta sempre disponiveis e tal...

Anónimo disse...

Pá, os livros é o que está a dar, quanto mais mentirosos, mais escandalosos e mais mal escritos melhor...

CS disse...

Mas que texto tão...
Tão...
Tão...
Apetitoso!!!

Beijinho

Gaja Boa 1 disse...

Adonis

Minha nossa que ele agora que meteu o turbo, niguém o pára...

E eu também não deixo...

Adorei...

Aquele beijo especial e maravilhoso

Adónis disse...

Cookie, as palavras surgem do que sentimos, podem ser procuradas e pesadas de uma hermenêutica apurada, mas a sua colocação em texto e no contexto deverá ser a produção do que queremos mostrar. Eu dou muita importância às mãos e é delas que nasce grande parte dos gestos que nos posiciona, são as pequenas coisa que nos faz ser e tu muito contribuis para envolvência que é o todo deste texto. beijo-te e...

Adónis disse...

Linda gaja boa, és a minha fonte de inspiração nua e crua, de poucas imagens e mais no concreto, contudo, devo dizer que começas a abrir e depois transformas-te na mulher de maior volupia que existe e sorte daquele que te "têm". beijo-te Linda aonde quiseres ;)

Helena disse...

Adónis querido,
Vim ver-te, ler-te....e sentir tesão.
Fiquei a saber que me preferes sem calças ;)
Beijos e boa semana...quente...smooth...como este teu post.

Adónis disse...

és linda Laura. Beijo-te muito.