Debruçava-me sobre a mesa do restaurante, inclinando-me para Ela, quase de rabo levantado, quando o empregado se aproxima para nos trazer o nosso pedido, serve-nos, dando continuidade ao ambiente, que visivelmente era de diversão com dose de cumplícidade misteriosa, começámos com um brinde ao sexo e depois com um golo no vinho tinto do douro vinhateiro, que tinha um paladar aveludado com frutos silvestres.Não deixámos por mãos alheias a conversa tida até então, os meus braços gesticulavam, ocupando a mesa e chegando-lhe às suas mãos, tocava-lhe ao de leve, dando-me um pequeno arrepio, enterlaçava as minhas pernas com as dela para completar a excitação que sentia ser de ambos.
Sem demoras, ela desclaça-se e, por baixo da mesa, toca-me no zezinho, que se encontra alvoriçado e irrequieto, sorriu-me e olho-a com vontade de inventar algo para lhe chegar e, não sendo inovador, mas prático, reajo com a mesma atitude, chego-lhe entre as pernas com o meu pé descalço, para sorte de ambos ela não traz cuequinhas e o meu dedo procurou a entrada dela.
Os olhos dela semi-cerrados olharam-me, a conversa parou, fez-se silêncio, a refeição esfriava enquanto nós procuravamos o prazer a cada um de nós, aqueciamos, o meu dedo mexia-se freneticamente, tinha ganhado vida enquanto ela se afundava na cadeira e se aproximava dele, eu sentia-a cada vez mais molhada... O que fazer?

Sem comentários:
Enviar um comentário