
Levei o caso ao extremo, a minha excitação era de tal forma que me levantei como se acompanhasse a erecção do meu zezinho e ferozmente me aproximei dela, bloqueando-lhe os movimentos com a virilidade de macho, saltei-lhe para o regaço como se fosse Ela a comer-me e senti os seus seios rijos em mim, empurrei-lhe a cabeça para o meu zezinho, dando-lhe a liberdade de mo tragar de um só fôlego e senti de imediato a sensação de molhado e quente, deu-me ganas de vir naquela altura, senti que se engasgava, mas queria-o dentro dela, salivava-o cada vez mais e eu nao aguentava, tinha de me vir.
Ajoelhei-me, prostando-me aos seus pés, como a agradecer aquele "broche" feito de paixão e volupia, abri os horizontes a um "linguado" vaginal que lhe deu vontade de se meter toda em mim, empurrando-me freneticamente a cabeça contra a sua vagina e a minha lingua dava voltas e mais voltas e o aperto das suas pernas na minha cabeça roubava o sangue que teimava fluir e de repente a minha boca é um mar de extâse e orgasmos que parecem infinitos e aproveito para entrar nela, dando-lho todo e depois roubando-lho e depois dando-lho aos poucos e poucos, brincando nos lábios vaginais, contornando-os e por fim encaixamos como se ficassemos colados e vimo-nos em cascata, tudo era molhado, tudo era ensopado em sexo e prazer de quem deu a FODA DO ANO...
Que foda esta, quem era? - A minha Vénus dormia, espreitei por debaixo dos lençois e eu estava nú e Ela também. A minha Vénus exclama: Então!?... - Não me digas que queres mais?!...

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